Energia positiva na América do Sul
Projetos de integração do setor elétrico no continente, que poderiam gerar ganhos de mais de US$ 10 bilhões, começam a sair do papel Eliane Sobral
Quando sobra energia no Nordeste brasileiro, falta no Sul. A Bolívia tem gás em abundância, enquanto a Colômbia sofre períodos de escassez. Exemplos assim são uma constante em todo o território sul-americano e criar uma espécie de bolsa de valores regional, na qual a principal commodity negociada seja a energia, é um sonho antigo das empresas do setor.
A ideia funciona a pleno vapor em países como França, Alemanha e Inglaterra onde a eletricidade já circulava de um lado a outro antes que a União Europeia fosse formada. Mesmo aqui na América do Sul, há alguns exemplos da interconexão energética - o que nada mais é do que mandar a energia excedente de um país para outro.
Estudo do Comitê Nacional Brasileiro da Comissão de Integração Energética Regional indica que, com a união dos sistemas, o potencial de redução de custos na América Latina é de US$ 1 bilhão por ano, e que outros US$ 9,4 bilhões poderiam ter sido economizados na geração de eletricidade. A bandeira da redução do preço para o consumidor também sensibiliza os governos e, aos poucos, a ideia começa a sair do papel.
Pedro Jatobá, chefe do departamento de prospecção de novos negócios da superintendência de operações no Exterior da Eletrobrás, aponta três necessidades prementes. Uma: a construção de mais linhas de transmissão.
Outra: a criação de mecanismos de mercado, como uma bolsa de valores na qual existam agentes responsáveis por detectar onde há demanda e onde há oferta. E finalmente a criação de tratados supranacionais que garantam o cumprimento dos contratos - até para evitar problemas como os que o Brasil já enfrentou com a Bolívia e o Paraguai.
"Alguns exemplos de interconexão energética já funcionam com sucesso. Nos países da Comunidade Andina, ela é uma realidade", afirma Jatobá, citando a ligação entre Equador, Colômbia e Venezuela. "O modelo que funciona melhor hoje é o da Colômbia e do Equador. Os dois lados se falam todos os dias para ajustar oferta, demanda e preço", diz ele. Mas uma das dificuldades é o custo das linhas - apenas como exemplo, o contrato para ligar os 2,4 mil quilômetros do projeto do Madeira exigirá US$ 540 milhões apenas em equipamentos
Pedro Jatobá: diretor da Eletrobrás defende a criação de uma bolsa sul-americana, em que a energia possa ser negociada como uma commodity
De qualquer forma, a próxima tentativa de tirar a interconexão do papel e fazê-la virar realidade é o Seminário Internacional de Interconexões e Negócios de Geração e Transmissão que acontece em outubro no Rio de Janeiro.
O encontro, que prevê a participação de empresários e autoridades governamentais dos países sulamericanos, é promovido pelo capítulo brasileiro do Comitê Nacional Brasileiro da Comissão de Integração Energética Regional.
O executivo da Eletrobrás, que é o coordenador técnico do evento, diz que o seminário contará com a presença de autoridades governamentais, agentes reguladores, empresas públicas e privadas do setor e investidores, que analisarão as alternativas para a expansão e fortalecimento das interconexões energéticas no continente. No seminário também será apresentado o Projeto Cier 15, um diagnóstico sobre as interconexões já existentes e as perspectivas futuras para o setor. O estudo está em fase de conclusão. "Este levantamento indica o que falta e, principalmente, mostra os caminhos para que a interconexão seja uma realidade", acrescenta Jatobá. Marcelo Parodi, copresidente da Comerc, empresa de comercialização de energia, é um entusiasta da ideia e também aponta a necessidade de envolvimento governamental para que o processo se concretize na região.
"A iniciativa privada está interessadíssima na interconexão, mas é preciso que os governos avancem criando marcos regulatórios e estabelecendo regras para que se possam firmar os contratos com segurança." Mas ele é menos otimista em relação à necessidade de investimentos em infraestrutura, especialmente na área de transmissão.
"Hoje não se faz transferência de energia como se deveria no Brasil porque falta infraestrutura de transmissão", afirma Parodi. Mas aí também os agentes do mercado enxergam mais uma oportunidade do que um problema. Pedro Jatobá, da Eletrobrás, lembra que, quatro anos atrás, o Banco Interamericano de Desenvolvimento abriu linhas de crédito para promover a interconexão energética entre países da América Central.
"A América Central tem 10 mil megawatts de potencial hidrelétrico remanescente. Só que não existe demanda para tudo isso. Então, o excedente pode ser exportado para o México e para os Estados Unidos, que têm problemas sérios de escassez", resume o executivo. Com o projeto de interconexão implantado na América do Sul, não haverá fronteiras para os negócios na área. É essa a aposta da Eletrobrás.
domingo, 6 de septiembre de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
BRASIL MUDA A EERGIA ALTERNATIVA
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Brasil cambia la energía alternativa por el crudo
08:37 AM Rio de Janeiro.- Brasil, desde hace mucho tiempo orgulloso de sus esfuerzos para desarrollar la energía renovable y dejar de depender del petróleo, tiene ahora un caso grave de fiebre por el combustible fósil.
Un enorme yacimiento en sus aguas territoriales -el descubrimiento de petróleo en el hemisferio occidental más grande en 30 años- tiene ahora a los brasileños ansiosos por explotar el crudo mientras los activistas ecológicos temen que la nación dará un enorme salto hacia atrás en su política de energía alternativa, reseñó AP.
Virtualmente no ha habido ningún debate público sobre el potencial costo medioambiental de recuperar los miles de millones de barriles de petróleo, un proyecto que según un experto será tan difícil como mandar el hombre a la Luna.
"El gobierno está conduciendo a Brasil hacia una euforia de que esto va a ser una solución para todos nuestros problemas sociales'', afirmó Sergio Leitao, director de políticas públicas para la oficina de Greenpeace en Brasil. ``Brasil ya no está mirando en serio las alternativas'', agregó.
Hogar de la gran mayoría de la selva de la Amazonia, Brasil ha desarrollado desde hace décadas la energía alternativa como un asunto de seguridad nacional luego de haber experimentado una escasez grave de energéticos en la década de 1970.
El país sudamericano usa la energía hidroeléctrica para más del 80% de sus necesidades de energía, es el exportador más grande de etanol del mundo y nueve de cada 10 automóviles vendidos en la nación pueden andar con etanol o con una combinación de etanol y gasolina.
Un estudio de la ONU reveló que en 2008, Brasil representó casi toda la inversión de energía renovable de América Latina, por unos 10.800 millones de dólares, pero desde la estatal Petroleo Brasileiro SA (Petrobras) descubrió el masivo yacimiento de Tupi hace dos años frente a la costa de Río de Janeiro _ que se estima contiene entre 5.000 y 8.000 millones de barriles de crudo _ es el desarrollo petrolero el que tiene prioridad y el que corre a sobremarcha.
Hace 30 años, más del 85% del petróleo de Brasil provenía del extranjero. Hoy, es un exportador neto.
Ha habido otros descubrimientos desde Tupi _ cada uno a por lo menos 185 kilómetros (115 millas) de la costa y a más de 1,6 kilómetros (una milla) debajo de la superficie del mar y debajo de otros cuatro kilómetros (2,5 millas) de tierra y sal. Las estimaciones del petróleo recuperable en la zona varían, de entre 50.000 millones y 100.000 millones de barriles.
El presidente brasileño Luiz Inacio Lula da Silva ha elogiado el hallazgo como el futuro de la nación, como una segunda declaración de independencia y un salvador económico para 57 millones de brasileños que viven en la pobreza: 30% de la población. Las fuerzas militares quieren submarinos y cazas nuevos para proteger el crudo. Los grupos izquierdistas quieren que todo sea nacionalizado.
El entusiasmo también ha alimentado la devoción de Brasil hacia Petrobras, a menudo listada como una de las compañías más admiradas en las encuestas nacionales.
Fundada en 1953 para enfrentar una crisis económica y frenar la dependencia hacia el petróleo extranjero, Petrobras representa desde hace mucho tiempo el nacionalismo brasileño y la noción de defender la riqueza doméstica, particularmente de los extranjeros: Estados Unidos y Europa.
En 2008, la producción total de petróleo y gas natural de Brasil fue casi de 2,3 millones de barriles por día. Petrobras fue responsable de más del 96% de esa cifra.
``La mayoría de los brasileños concibe a Petrobras como lo hace con sus estrellas de fútbol'', dijo Eric Smith, un experto en exploración petrolera en aguas abiertas en la Universidad de Tulane, en Nueva Orleáns, quien comparó los esfuerzos para alcanzar el nuevo yacimiento de crudo de Brasil con un viaje a la Luna. ``Intente encontrar a algún estadounidense que apoye así a Exxon''.
Petrobras contribuye a las arcas gubernamentales con más de 30.000 millones de dólares al año en impuestos y derechos.
La compañía estatal está dirigida por Sergio Gabrielli, un barbado profesor de Economía de permiso que estuvo encarcelado bajo el régimen militar de la nación por sus actividades políticas. El funcionario defiende enfáticamente los esfuerzos medioambientales de la compañía.
``Nuestro programa del etanol, nuestro programa de biodiésel todavía siguen allí. Petrobras está asignando 2.800 millones de dólares para desarrollar nuestra infraestructura y capacidad productora para producir etanol y biodiésel'', dijo Gabrielli a The Associated Press durante un foro económico en Río hace unos meses.
Los antecedentes de la compañía, sin embargo, no es intachable.
En enero del 2000, un accidente de tubería arrojó aproximadamente 1,32 millones de litros (350.000 galones) de crudo a la Bahía Guanabara, de Río. Seis meses después, hubo un derrame en una refinería cerca de Curitiba, en el sur de Brasil, haciendo que casi 4 millones de litros (un millón de galones) de crudo contaminaran dos ríos. En marzo de 2001, varias explosiones en lo que era entonces la plataforma petrolera más grande de la compañía en el mar mataron a 11 trabajadores. La plataforma se hundió, derramando más de 1,13 millones de litros (300.000 galones) de petróleo.
Petrobras comenzó rápidamente un programa de inversión de 4.000 millones de dólares para prevenir desastres futuros y Gabrielli dice que Petrobras puede desarrollar con medidas de seguridad la difícil explotación marina de petróleo.
Judy Dugan, una fundadora de la organización defensora de los consumidores estadounidenses OilWatchdog.org, recomienda a los brasileños que no abracen a una compañía petrolera como un bienhechor nacional.
Dijo que la huella dejada por las compañías petroleras en el mundo muestra que ninguno ``tiene de verdad el interés de la ciudadanía como prioridad. El negocio del petróleo crea corrupción en muchos gobiernos y grandes fuentes de influencia política para beneficio de una compañía petrolera, no para beneficio de los ciudadanos''.
El Senado de Brasil abrió recientemente una investigación sobre corrupción en Petrobras. Los legisladores de oposición dicen que la compañía no pagó más de 2.000 millones de dólares en impuestos y que pagó más de lo necesario a empresas vinculadas con el gobierno de Lula.
Lula ha prometido que Brasil no seguirá el camino de Venezuela o Nigeria, dónde los dólares del petróleo están mezclados rutinariamente con la política.
En cambio, está promoviendo una versión del modelo noruego, trabajando para crear un fondo para proyectos sociales bajo control del gobierno que según afirma operará con transparencia. La oposición, sin embargo, teme que darle al gobierno federal tal control de ese fondo le daría una nueva influencia política masiva.
Leitao, de Greenpeace, se pregunta si los 1.000 millones de dólares necesarios para desarrollar los yacimientos en aguas profundas valdrán la pena si cae el precio del petróleo.
``Al principio del siglo XX, éramos los productores más grandes de caucho del mundo. La gente estaban encendiendo puros con billetes'', dijo. ``Pero la resaca vino rápidamente porque los ingleses empezaron a producir caucho en Asia. Los precios cayeron y nuestras fortunas se acabaron''.
``No estamos atendiendo las lecciones que nuestra propia historia nos ha dado''.
Brasil cambia la energía alternativa por el crudo
08:37 AM Rio de Janeiro.- Brasil, desde hace mucho tiempo orgulloso de sus esfuerzos para desarrollar la energía renovable y dejar de depender del petróleo, tiene ahora un caso grave de fiebre por el combustible fósil.
Un enorme yacimiento en sus aguas territoriales -el descubrimiento de petróleo en el hemisferio occidental más grande en 30 años- tiene ahora a los brasileños ansiosos por explotar el crudo mientras los activistas ecológicos temen que la nación dará un enorme salto hacia atrás en su política de energía alternativa, reseñó AP.
Virtualmente no ha habido ningún debate público sobre el potencial costo medioambiental de recuperar los miles de millones de barriles de petróleo, un proyecto que según un experto será tan difícil como mandar el hombre a la Luna.
"El gobierno está conduciendo a Brasil hacia una euforia de que esto va a ser una solución para todos nuestros problemas sociales'', afirmó Sergio Leitao, director de políticas públicas para la oficina de Greenpeace en Brasil. ``Brasil ya no está mirando en serio las alternativas'', agregó.
Hogar de la gran mayoría de la selva de la Amazonia, Brasil ha desarrollado desde hace décadas la energía alternativa como un asunto de seguridad nacional luego de haber experimentado una escasez grave de energéticos en la década de 1970.
El país sudamericano usa la energía hidroeléctrica para más del 80% de sus necesidades de energía, es el exportador más grande de etanol del mundo y nueve de cada 10 automóviles vendidos en la nación pueden andar con etanol o con una combinación de etanol y gasolina.
Un estudio de la ONU reveló que en 2008, Brasil representó casi toda la inversión de energía renovable de América Latina, por unos 10.800 millones de dólares, pero desde la estatal Petroleo Brasileiro SA (Petrobras) descubrió el masivo yacimiento de Tupi hace dos años frente a la costa de Río de Janeiro _ que se estima contiene entre 5.000 y 8.000 millones de barriles de crudo _ es el desarrollo petrolero el que tiene prioridad y el que corre a sobremarcha.
Hace 30 años, más del 85% del petróleo de Brasil provenía del extranjero. Hoy, es un exportador neto.
Ha habido otros descubrimientos desde Tupi _ cada uno a por lo menos 185 kilómetros (115 millas) de la costa y a más de 1,6 kilómetros (una milla) debajo de la superficie del mar y debajo de otros cuatro kilómetros (2,5 millas) de tierra y sal. Las estimaciones del petróleo recuperable en la zona varían, de entre 50.000 millones y 100.000 millones de barriles.
El presidente brasileño Luiz Inacio Lula da Silva ha elogiado el hallazgo como el futuro de la nación, como una segunda declaración de independencia y un salvador económico para 57 millones de brasileños que viven en la pobreza: 30% de la población. Las fuerzas militares quieren submarinos y cazas nuevos para proteger el crudo. Los grupos izquierdistas quieren que todo sea nacionalizado.
El entusiasmo también ha alimentado la devoción de Brasil hacia Petrobras, a menudo listada como una de las compañías más admiradas en las encuestas nacionales.
Fundada en 1953 para enfrentar una crisis económica y frenar la dependencia hacia el petróleo extranjero, Petrobras representa desde hace mucho tiempo el nacionalismo brasileño y la noción de defender la riqueza doméstica, particularmente de los extranjeros: Estados Unidos y Europa.
En 2008, la producción total de petróleo y gas natural de Brasil fue casi de 2,3 millones de barriles por día. Petrobras fue responsable de más del 96% de esa cifra.
``La mayoría de los brasileños concibe a Petrobras como lo hace con sus estrellas de fútbol'', dijo Eric Smith, un experto en exploración petrolera en aguas abiertas en la Universidad de Tulane, en Nueva Orleáns, quien comparó los esfuerzos para alcanzar el nuevo yacimiento de crudo de Brasil con un viaje a la Luna. ``Intente encontrar a algún estadounidense que apoye así a Exxon''.
Petrobras contribuye a las arcas gubernamentales con más de 30.000 millones de dólares al año en impuestos y derechos.
La compañía estatal está dirigida por Sergio Gabrielli, un barbado profesor de Economía de permiso que estuvo encarcelado bajo el régimen militar de la nación por sus actividades políticas. El funcionario defiende enfáticamente los esfuerzos medioambientales de la compañía.
``Nuestro programa del etanol, nuestro programa de biodiésel todavía siguen allí. Petrobras está asignando 2.800 millones de dólares para desarrollar nuestra infraestructura y capacidad productora para producir etanol y biodiésel'', dijo Gabrielli a The Associated Press durante un foro económico en Río hace unos meses.
Los antecedentes de la compañía, sin embargo, no es intachable.
En enero del 2000, un accidente de tubería arrojó aproximadamente 1,32 millones de litros (350.000 galones) de crudo a la Bahía Guanabara, de Río. Seis meses después, hubo un derrame en una refinería cerca de Curitiba, en el sur de Brasil, haciendo que casi 4 millones de litros (un millón de galones) de crudo contaminaran dos ríos. En marzo de 2001, varias explosiones en lo que era entonces la plataforma petrolera más grande de la compañía en el mar mataron a 11 trabajadores. La plataforma se hundió, derramando más de 1,13 millones de litros (300.000 galones) de petróleo.
Petrobras comenzó rápidamente un programa de inversión de 4.000 millones de dólares para prevenir desastres futuros y Gabrielli dice que Petrobras puede desarrollar con medidas de seguridad la difícil explotación marina de petróleo.
Judy Dugan, una fundadora de la organización defensora de los consumidores estadounidenses OilWatchdog.org, recomienda a los brasileños que no abracen a una compañía petrolera como un bienhechor nacional.
Dijo que la huella dejada por las compañías petroleras en el mundo muestra que ninguno ``tiene de verdad el interés de la ciudadanía como prioridad. El negocio del petróleo crea corrupción en muchos gobiernos y grandes fuentes de influencia política para beneficio de una compañía petrolera, no para beneficio de los ciudadanos''.
El Senado de Brasil abrió recientemente una investigación sobre corrupción en Petrobras. Los legisladores de oposición dicen que la compañía no pagó más de 2.000 millones de dólares en impuestos y que pagó más de lo necesario a empresas vinculadas con el gobierno de Lula.
Lula ha prometido que Brasil no seguirá el camino de Venezuela o Nigeria, dónde los dólares del petróleo están mezclados rutinariamente con la política.
En cambio, está promoviendo una versión del modelo noruego, trabajando para crear un fondo para proyectos sociales bajo control del gobierno que según afirma operará con transparencia. La oposición, sin embargo, teme que darle al gobierno federal tal control de ese fondo le daría una nueva influencia política masiva.
Leitao, de Greenpeace, se pregunta si los 1.000 millones de dólares necesarios para desarrollar los yacimientos en aguas profundas valdrán la pena si cae el precio del petróleo.
``Al principio del siglo XX, éramos los productores más grandes de caucho del mundo. La gente estaban encendiendo puros con billetes'', dijo. ``Pero la resaca vino rápidamente porque los ingleses empezaron a producir caucho en Asia. Los precios cayeron y nuestras fortunas se acabaron''.
``No estamos atendiendo las lecciones que nuestra propia historia nos ha dado''.
martes, 19 de mayo de 2009
PETROBRAS JA CONSEGUIU ESTE ANO 30 BILHOES
Petrobras já conseguiu este ano US$ 30 bilhões em empréstimo (19 de MAYO de 2009)
Nelson Franco Jobim
Pequim (China) - Em meio à crise financeira internacional, a Petrobras já conseguiu empréstimos no valor total de US$ 30 bilhões este ano. Hoje (19), foram assinados dois contratos durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim.
A Petrobras vai receber um empréstimo de US$ 10 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China. Como já tinha conseguido US$ 6,5 bilhões de um sindicato de bancos, US$ 12 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e US$ 2 bilhões do Eximbank (o banco dos EUA para financiar exportações e importações), levantou US$ 30 bilhões só em 2009.
O presidente da empresa, Sergio Gabrielli, disse que o contrato não prevê a compra obrigatória de equipamentos chineses pela estatal brasileira. "Queremos manter o conteúdo local. Queremos atrair empresas chinesas para que se instalem no Brasil."
Os planos da empresa são de investir US$ 175 bilhões em cinco anos para explorar as jazidas de petróleo descobertas na camada pré-sal ou US$ 35 bilhões por ano. "A gente precisava de US$ 18 bilhões este ano para complementar nossa própria receita, calculada com base num preço médio do barril de US$ 37", explicou Gabrielli..
Com o barril a US$ 45, e os preços internacionais mais de US$ 50, por causa da expectativa de recuperação da economia mundial, a receita disponível para investimentos em 2010 seria de US$ 16 bilhões, o total necessário para atingir a meta do plano de investimentos em 2010 está praticamente garantida, segundo Gabrielli.
Nelson Franco Jobim
Pequim (China) - Em meio à crise financeira internacional, a Petrobras já conseguiu empréstimos no valor total de US$ 30 bilhões este ano. Hoje (19), foram assinados dois contratos durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Pequim.
A Petrobras vai receber um empréstimo de US$ 10 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China. Como já tinha conseguido US$ 6,5 bilhões de um sindicato de bancos, US$ 12 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e US$ 2 bilhões do Eximbank (o banco dos EUA para financiar exportações e importações), levantou US$ 30 bilhões só em 2009.
O presidente da empresa, Sergio Gabrielli, disse que o contrato não prevê a compra obrigatória de equipamentos chineses pela estatal brasileira. "Queremos manter o conteúdo local. Queremos atrair empresas chinesas para que se instalem no Brasil."
Os planos da empresa são de investir US$ 175 bilhões em cinco anos para explorar as jazidas de petróleo descobertas na camada pré-sal ou US$ 35 bilhões por ano. "A gente precisava de US$ 18 bilhões este ano para complementar nossa própria receita, calculada com base num preço médio do barril de US$ 37", explicou Gabrielli..
Com o barril a US$ 45, e os preços internacionais mais de US$ 50, por causa da expectativa de recuperação da economia mundial, a receita disponível para investimentos em 2010 seria de US$ 16 bilhões, o total necessário para atingir a meta do plano de investimentos em 2010 está praticamente garantida, segundo Gabrielli.
sábado, 2 de mayo de 2009
BRASIL INICIA LA PRODUCION DE PETROLEO EN EL PRESAL DE TUPI EN LA BACIA DE SANTOS
Petrobras entra em nova era com início da produção do óleo de Tupi no pré-sal
Nielmar de Oliveira ,Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras deu início a uma nova era do setor petrolífero do país neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, com a produção do Campo de Tupi, o primeiro a ser descoberto na área do pré-sal da Bacia de Santos e a maior reserva já descoberta no país – com potencial de óleo recuperável entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo – praticamente a metade das reservas provadas de óleo do Brasil, hoje de cerca de 14 bilhões de barris.
A comemoração pela extração do primeiro óleo do Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos e o início do desenvolvimento do campo de Tupi foi marcado por duas solenidades, uma a bordo do navio-plataforma FPSO BW Cidade de São Vicente, que aconteceu pela manhã e que contou com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli; além de representantes das empresas parceiras no bloco exploratório (BG e Galp Energia).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estaria na solenidade no Campo de Tupi, mas foi demovido da idéia em função do mal tempo, e, neste momento, participa da solenidade na Marina da Glória, onde está acompanhado do governador Sérgio Cabral Filho, da ministra Dilma Rousseff e de autoridades dos governos federal e estadual.
O início da produção no Campo de Tupi ocorreu nos moldes do chamado teste de longa duração, a partir da FPSO BW Cidade de São Vicente, uma plataforma do tipo que explora, produz e estoca petróleo e gás com uma vazão inicial de 30 mil barris de petróleo por dia. A unidade ficará ancorada em águas ultraprofundas de 2.140 metros de profundidade.
No final de 2010, concluído o teste de longa duração entrará em operação o projeto-piloto de Tupi, que terá capacidade para produzir e processar diariamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás. O primeiro módulo definitivo do projeto de desenvolvimento da área poderá ser uma extensão do projeto-piloto.
Com duração prevista de 15 meses, o teste de Tupi colherá as informações técnicas para o desenvolvimento dos reservatórios descobertos pela empresa na Bacia de Santos. “Essas informações serão decisivas não só para definir o modelo de desenvolvimento da área de Tupi, como também das outras acumulações do pré-sal daquela bacia sedimentar, que configuram uma das maiores descobertas já feitas pela indústria do petróleo”, disse o diretor de Exploração e Produção da Companhia, Guilherme Estrella.
O presidente José Sergio Gabrielli admitiu que as condições inovadoras em que a produção se dará servirão para uma melhor avaliação de como se comportará o reservatório.
“Nós estamos a mais de 300 quilômetros da costa, a mais de dois mil metros de lamina d’água e outros dois mil de camada de sal e em um reservatório que possui rochas em condições muito especiais. Tudo isto vai nos permitir ter uma visão muito mais clara das necessidades que a empresa terá para perfurar poços na fase definitiva de produção, qual o tipo de poço que melhor se adapta à região e o nível de produção que se poderá alcançar, o que dará maior segurança em escala comercial de produção muito mais segura e com mais capacidade de rentabilidade no longo prazo”, disse
Para a Petrobras, o início do teste de longa duração de Tupi inaugura o desenvolvimento “de uma nova fronteira exploratória, constituída por reservatórios de petróleo em rochas carbonáticas do tipo microbiais (originadas de micro-organismos fossilizados há milhões de anos), localizados a cerca de 5 mil metros de profundidade a partir do leito marinho e sob lâmina d'água de mais de dois mil metros”.
Na avaliação da companhia, é um desafio tecnológico inédito, “não só por exigir a construção de poços que atravessarão cerca de dois mil metros de sal, como também reservatórios formados por rochas ainda pouco conhecidas na indústria”.
Por serem jazidas localizadas a grande distância da costa, será exigido novo e complexo modelo logístico para transporte de pessoas e equipamentos, assim como para armazenamento e escoamento da produção.
A empresa considera O Campo de Tupi, que acumula óleo de médio a leve de boa qualidade (28º API), como um ponto de partida para que se conheça melhor o pré-sal. Ao mesmo tempo, entende que a atividade de produção subsidiará o corpo técnico da Petrobras para os futuros projetos de desenvolvimento da produção da província, descoberta depois que, em 2003, a empresa diversificou seus trabalhos exploratórios em mar para norte e sul do núcleo central da Bacia de Campos.
Nielmar de Oliveira ,Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras deu início a uma nova era do setor petrolífero do país neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, com a produção do Campo de Tupi, o primeiro a ser descoberto na área do pré-sal da Bacia de Santos e a maior reserva já descoberta no país – com potencial de óleo recuperável entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo – praticamente a metade das reservas provadas de óleo do Brasil, hoje de cerca de 14 bilhões de barris.
A comemoração pela extração do primeiro óleo do Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos e o início do desenvolvimento do campo de Tupi foi marcado por duas solenidades, uma a bordo do navio-plataforma FPSO BW Cidade de São Vicente, que aconteceu pela manhã e que contou com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli; além de representantes das empresas parceiras no bloco exploratório (BG e Galp Energia).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estaria na solenidade no Campo de Tupi, mas foi demovido da idéia em função do mal tempo, e, neste momento, participa da solenidade na Marina da Glória, onde está acompanhado do governador Sérgio Cabral Filho, da ministra Dilma Rousseff e de autoridades dos governos federal e estadual.
O início da produção no Campo de Tupi ocorreu nos moldes do chamado teste de longa duração, a partir da FPSO BW Cidade de São Vicente, uma plataforma do tipo que explora, produz e estoca petróleo e gás com uma vazão inicial de 30 mil barris de petróleo por dia. A unidade ficará ancorada em águas ultraprofundas de 2.140 metros de profundidade.
No final de 2010, concluído o teste de longa duração entrará em operação o projeto-piloto de Tupi, que terá capacidade para produzir e processar diariamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás. O primeiro módulo definitivo do projeto de desenvolvimento da área poderá ser uma extensão do projeto-piloto.
Com duração prevista de 15 meses, o teste de Tupi colherá as informações técnicas para o desenvolvimento dos reservatórios descobertos pela empresa na Bacia de Santos. “Essas informações serão decisivas não só para definir o modelo de desenvolvimento da área de Tupi, como também das outras acumulações do pré-sal daquela bacia sedimentar, que configuram uma das maiores descobertas já feitas pela indústria do petróleo”, disse o diretor de Exploração e Produção da Companhia, Guilherme Estrella.
O presidente José Sergio Gabrielli admitiu que as condições inovadoras em que a produção se dará servirão para uma melhor avaliação de como se comportará o reservatório.
“Nós estamos a mais de 300 quilômetros da costa, a mais de dois mil metros de lamina d’água e outros dois mil de camada de sal e em um reservatório que possui rochas em condições muito especiais. Tudo isto vai nos permitir ter uma visão muito mais clara das necessidades que a empresa terá para perfurar poços na fase definitiva de produção, qual o tipo de poço que melhor se adapta à região e o nível de produção que se poderá alcançar, o que dará maior segurança em escala comercial de produção muito mais segura e com mais capacidade de rentabilidade no longo prazo”, disse
Para a Petrobras, o início do teste de longa duração de Tupi inaugura o desenvolvimento “de uma nova fronteira exploratória, constituída por reservatórios de petróleo em rochas carbonáticas do tipo microbiais (originadas de micro-organismos fossilizados há milhões de anos), localizados a cerca de 5 mil metros de profundidade a partir do leito marinho e sob lâmina d'água de mais de dois mil metros”.
Na avaliação da companhia, é um desafio tecnológico inédito, “não só por exigir a construção de poços que atravessarão cerca de dois mil metros de sal, como também reservatórios formados por rochas ainda pouco conhecidas na indústria”.
Por serem jazidas localizadas a grande distância da costa, será exigido novo e complexo modelo logístico para transporte de pessoas e equipamentos, assim como para armazenamento e escoamento da produção.
A empresa considera O Campo de Tupi, que acumula óleo de médio a leve de boa qualidade (28º API), como um ponto de partida para que se conheça melhor o pré-sal. Ao mesmo tempo, entende que a atividade de produção subsidiará o corpo técnico da Petrobras para os futuros projetos de desenvolvimento da produção da província, descoberta depois que, em 2003, a empresa diversificou seus trabalhos exploratórios em mar para norte e sul do núcleo central da Bacia de Campos.
viernes, 1 de mayo de 2009
PETROBRAS - NOVO CAMPO DE PETROLEO LEVE
PETROBRAS NOVO CAMPO DE PETROLEO LEVE
PETROBRAS NOVO CAMPO DE PETROLEO LEVE E GAS
Petrobras anuncia novo campo de petróleo leve e gás na Bacia de Santos Nielmar de Oliveira Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro - A Petrobras anunciou, no fim da noite de ontem (6), a descoberta de um novo campo de petróleo leve e gás natural na Bacia de Santos . A comercialidade da área já foi comunicada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).Segundo nota divulgada pela Petrobras, o campo é operado pela estatal brasileira (com 63% de participação), mas integra consórcio do qual faz parte a Repsol (com 37%).Segundo a Declaração de Comercialidade, trata-se de reservatório localizado acima da camada de sal, no bloco BM-S-7.A descoberta foi divulgada após a finalização do poço exploratório 6-SPS-53 em 26 de janeiro de 2009. Denominado de Piracucá, o novo campo está localizado em frente ao litoral do estado de São Paulo, a aproximadamente 200 quilômetros da cidade de Santos, em uma profundidade de 200 metros.As informações indicam ainda que o volume da jazida está estimado em 88,5 milhões de metros cúbicos (cerca de 550 milhões de barris de óleo equivalente – petróleo e gás).De acordo com a nota da Petrobras, a Declaração de Comercialidade foi feita em conformidade com o Contrato de Concessão do Bloco BM-S-7, com o prazo definido no Plano de Avaliação submetido à ANP, e é o resultado de intensa atividade exploratória realizada pelo consórcio no bloco. “Com o novo campo, será possível aumentar o potencial de produção de petróleo leve e gás em águas rasas”, conclui a nota.
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PETROBRAS NOVO CAMPO DE PETROLEO LEVE E GAS
Petrobras anuncia novo campo de petróleo leve e gás na Bacia de Santos Nielmar de Oliveira Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro - A Petrobras anunciou, no fim da noite de ontem (6), a descoberta de um novo campo de petróleo leve e gás natural na Bacia de Santos . A comercialidade da área já foi comunicada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).Segundo nota divulgada pela Petrobras, o campo é operado pela estatal brasileira (com 63% de participação), mas integra consórcio do qual faz parte a Repsol (com 37%).Segundo a Declaração de Comercialidade, trata-se de reservatório localizado acima da camada de sal, no bloco BM-S-7.A descoberta foi divulgada após a finalização do poço exploratório 6-SPS-53 em 26 de janeiro de 2009. Denominado de Piracucá, o novo campo está localizado em frente ao litoral do estado de São Paulo, a aproximadamente 200 quilômetros da cidade de Santos, em uma profundidade de 200 metros.As informações indicam ainda que o volume da jazida está estimado em 88,5 milhões de metros cúbicos (cerca de 550 milhões de barris de óleo equivalente – petróleo e gás).De acordo com a nota da Petrobras, a Declaração de Comercialidade foi feita em conformidade com o Contrato de Concessão do Bloco BM-S-7, com o prazo definido no Plano de Avaliação submetido à ANP, e é o resultado de intensa atividade exploratória realizada pelo consórcio no bloco. “Com o novo campo, será possível aumentar o potencial de produção de petróleo leve e gás em águas rasas”, conclui a nota.
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PETROLEO BACIA DE CAMPOS E DE SANTOS
sábado 18 de abril de 2009
BACIA DE CAMPOS Y BACIA DE SANTOS
PETROBRAS: bacia de Santos será mais importante que Campos
Animado com mais uma descoberta no pré-sal, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, afirmou que em 10 ou 15 anos a bacia de Santos será mais importante para o Brasil do que a de Campos. Atualmente, a bacia de Campos responde por mais de 80 por cento da produção nacional de petróleo.
PETROBRAS: bacia de Santos será mais importante que Campos
Animado com mais uma descoberta no pré-sal, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, afirmou que em 10 ou 15 anos a bacia de Santos será mais importante para o Brasil do que a de Campos. Atualmente, a bacia de Campos responde por mais de 80 por cento da produção nacional de petróleo.
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BACIA DE CAMPOS Y BACIA DE SANTOS
PETROBRAS: bacia de Santos será mais importante que Campos
Animado com mais uma descoberta no pré-sal, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, afirmou que em 10 ou 15 anos a bacia de Santos será mais importante para o Brasil do que a de Campos. Atualmente, a bacia de Campos responde por mais de 80 por cento da produção nacional de petróleo.
PETROBRAS: bacia de Santos será mais importante que Campos
Animado com mais uma descoberta no pré-sal, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, afirmou que em 10 ou 15 anos a bacia de Santos será mais importante para o Brasil do que a de Campos. Atualmente, a bacia de Campos responde por mais de 80 por cento da produção nacional de petróleo.
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BNDES E A HIDROELECTRICA DE JIRDAU
BNDES Y LAS HIDROELECTRICAS DO JIRAU
18 de Fevereiro de 2009 - 17h28 - Última modificação em 18 de Fevereiro de 2009 -
BNDES aprova financiamento de R$ 7,2 bilhões para a Usina de Jirau
Rio de Janeiro - Um financiamento de R$ 7,2 bilhões para a construção da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O anúncio foi feito hoje (18) pelo diretor da Área de Infra-Estrutura do BNDES, Wagner Bittencourt.
Do total de recursos do BNDES aprovados para Jirau, R$ 3,635 bilhões serão repassados diretamente pelo banco e os restantes R$ 3,585 bilhões por meio da rede de agentes financeiros credenciada, como estratégia para repartição do risco.
Segundo Bittencourt, este é o maior financiamento para um projeto individual concedido pelo banco em sua história. Em abril de 2008, o BNDES aprovou a concessão de crédito de até R$ 7,3 bilhões para a mineradora Vale. Os recursos, porém, se referiam a vários projetos do programa de investimentos da empresa no período 2008/2012.
É o segundo empréstimo liberado pelo BNDES para as usinas do complexo hidrelétrico do Rio Madeira. O primeiro, no valor de R$ 6,1 bilhões, foi aprovado no final do ano passado para a Usina de Santo Antônio. O diretor do BNDES destacou a importância dos dois projetos para o país. “São dois projetos fundamentais para a oferta de energia elétrica no país. São importantes para o desenvolvimento da região e para o país, em termos de disponibilidade de energia”.
De acordo com Bittencourt, o BNDES também teve a preocupação de que os projetos não resultassem em enclaves, ou favelização. Para isso, o a instituição vai financiar com R$ 532 milhões o investimento sócio-ambiental que será efetuado pela empresa Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pelo projeto de Jirau. O investimento total é de R$ 610,6 milhões e envolve a realização de 29 programas.
“É uma forma diferente de atuar, em que se está tentando evitar que os problemas aconteçam, planejando antes, articulando antes com a região, no sentido de fazer com que o projeto se implante com o menor impacto negativo possível e com o maior impacto positivo do ponto de vista de geração de emprego e renda”, afirmou.
Além da construção de um novo distrito (Nova Mutum), com escolas, hospital e casas, o projeto prevê a capacitação das pessoas para trabalhar em diferentes atividades econômicas, visando seu aproveitamento na etapa posterior à construção da usina, dentro do princípio da sustentabilidade.
A participação do BNDES no projeto de Jirau será de 68,5%. A usina terá capacidade instalada de 3,3 mil megawatts. De acordo com informação da assessoria do banco, essa energia é suficiente para abastecer mais de dez milhões de casas. O prazo para contratação do empréstimo é de até 180 dias. Parte dos recursos será liberada imediatamente após a assinatura do contrato. O prazo de amortização é de 25 anos.
Bittencourt afirmou que a aprovação do financiamento para Jirau não tem relação com a crise internacional. O empréstimo já estava previsto no orçamento do banco antes de setembro do ano passado, quando a crise se alastrou para o mundo. Ele Informou, ainda, que a carteira de energia do BNDES para 2009 tem grandes projetos, entre os quais o financiamento para as linhas de transmissão do Rio Madeira, estimado em cerca de R$ 8 bilhões.
Considerado um dos grandes projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, a Usina de Jirau vai gerar 42 mil empregos, dos quais 12 mil diretos, durante a fase de construção, prevista para até fevereiro de 2014.
Publicado por Negocios Com Brasil en 17:44
18 de Fevereiro de 2009 - 17h28 - Última modificação em 18 de Fevereiro de 2009 -
BNDES aprova financiamento de R$ 7,2 bilhões para a Usina de Jirau
Rio de Janeiro - Um financiamento de R$ 7,2 bilhões para a construção da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O anúncio foi feito hoje (18) pelo diretor da Área de Infra-Estrutura do BNDES, Wagner Bittencourt.
Do total de recursos do BNDES aprovados para Jirau, R$ 3,635 bilhões serão repassados diretamente pelo banco e os restantes R$ 3,585 bilhões por meio da rede de agentes financeiros credenciada, como estratégia para repartição do risco.
Segundo Bittencourt, este é o maior financiamento para um projeto individual concedido pelo banco em sua história. Em abril de 2008, o BNDES aprovou a concessão de crédito de até R$ 7,3 bilhões para a mineradora Vale. Os recursos, porém, se referiam a vários projetos do programa de investimentos da empresa no período 2008/2012.
É o segundo empréstimo liberado pelo BNDES para as usinas do complexo hidrelétrico do Rio Madeira. O primeiro, no valor de R$ 6,1 bilhões, foi aprovado no final do ano passado para a Usina de Santo Antônio. O diretor do BNDES destacou a importância dos dois projetos para o país. “São dois projetos fundamentais para a oferta de energia elétrica no país. São importantes para o desenvolvimento da região e para o país, em termos de disponibilidade de energia”.
De acordo com Bittencourt, o BNDES também teve a preocupação de que os projetos não resultassem em enclaves, ou favelização. Para isso, o a instituição vai financiar com R$ 532 milhões o investimento sócio-ambiental que será efetuado pela empresa Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pelo projeto de Jirau. O investimento total é de R$ 610,6 milhões e envolve a realização de 29 programas.
“É uma forma diferente de atuar, em que se está tentando evitar que os problemas aconteçam, planejando antes, articulando antes com a região, no sentido de fazer com que o projeto se implante com o menor impacto negativo possível e com o maior impacto positivo do ponto de vista de geração de emprego e renda”, afirmou.
Além da construção de um novo distrito (Nova Mutum), com escolas, hospital e casas, o projeto prevê a capacitação das pessoas para trabalhar em diferentes atividades econômicas, visando seu aproveitamento na etapa posterior à construção da usina, dentro do princípio da sustentabilidade.
A participação do BNDES no projeto de Jirau será de 68,5%. A usina terá capacidade instalada de 3,3 mil megawatts. De acordo com informação da assessoria do banco, essa energia é suficiente para abastecer mais de dez milhões de casas. O prazo para contratação do empréstimo é de até 180 dias. Parte dos recursos será liberada imediatamente após a assinatura do contrato. O prazo de amortização é de 25 anos.
Bittencourt afirmou que a aprovação do financiamento para Jirau não tem relação com a crise internacional. O empréstimo já estava previsto no orçamento do banco antes de setembro do ano passado, quando a crise se alastrou para o mundo. Ele Informou, ainda, que a carteira de energia do BNDES para 2009 tem grandes projetos, entre os quais o financiamento para as linhas de transmissão do Rio Madeira, estimado em cerca de R$ 8 bilhões.
Considerado um dos grandes projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, a Usina de Jirau vai gerar 42 mil empregos, dos quais 12 mil diretos, durante a fase de construção, prevista para até fevereiro de 2014.
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